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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

ASSISTA a posse de Temer na Presidência da República

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Temer deve ser empossado presidente da República ainda nesta quarta 31 de agosto, em sessão do Congresso Nacional que será realizada no plenário da Câmara às 16 horas.


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domingo, 15 de março de 2015

Protesto contra governo Dilma fecha Avenida Paulista, em SP - VEJA

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A Avenida Paulista foi interditada para o trânsito desde o começo da tarde deste do domingo (15) por causa de protesto contra o governo convocado por grupos nas redes sociais. De acordo com a PM, por volta das 14h40 cerca de 240 mil pessoas ocupavam a Avenida Paulista.

Os atos foram convocados por grupos que se organizaram na capital paulista e que convocaram o movimento também em outros estados e no Distrito Federal.

Na cidade de São Paulo, a PM também informou que 30 caminhões transitavam lentamente pela Marginal Pinheiros. O protesto dos caminhoneiros é acompanhado pelos policiais militares.

Ainda segundo a PM, na Grande São Paulo e no ABC também houve manifestações. Cerca de 1 mil pessoas protestavam na Praça Getúlio Vargas, em Guarulhos, por volta das 12h. Em São Caetano do Sul, também segundo a PM, 300 pessoas caminhavam pela Avenida Goiás no mesmo horário. Já em Osasco, ao meio-dia, 40 pessoas protestavam em frente á prefeitura de Osasco.



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terça-feira, 19 de agosto de 2014

Assista a Entrevista de Dilma Rousseff no Jornal Nacional com William Bonner - 18/08/2014

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domingo, 17 de agosto de 2014

Marina é escolhida para Presidente 2014 pelo PSB

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Marina Silva foi escolhida para ser a candidata do PSB à Presidência da República no lugar de Eduardo Campos, morto em acidente de avião na última quarta-feira (13). A escolha será anunciada oficialmente na próxima quarta (20).

Marina chegou ao Recife na tarde deste sábado (16) para acompanhar o velório de Campos, que acontece no Palácio das Princesas. À noite, ela visitou familiares do ex-governador de Pernambuco. Ela não comentou sobre o assunto.

Durante o voo, Marina falou em "senso de responsabilidade e compromisso com o que a perda de Eduardo nos impõe".

Líderes do PSB se reuniram na noite de sexta (15) em um hotel de São Paulo para conversar sobre a candidatura. Entre eles, estavam o presidente do partido, Roberto Amaral, o governador de Pernambuco, João Lyra, e os deputados federais, Júlio Delgado (MG) e Márcio França (SP).

Mais cedo, eles estiveram com Marina, também na capital paulista, e receberam dela o aval para a candidatura.

Ao saírem da reunião de dirigentes, já na madrugada deste sábado, integrantes do PSB confirmavam que, apesar do anúncio oficial ser feito na quarta (20), o nome de Marina já era dado como certo, com um vice na chapa que deve ser um integrante do partido, e não de uma sigla aliada.

A ex-senadora, que era vice na chapa de encabeçada por Campos, se filiou ao PSB em outubro de 2013 depois que seu partido, a Rede Sustentabilidade, não conseguiu registro no Tribunal Superior Eleitoral para disputar as eleições deste ano.

Neste dias após a morte de Campos, ela não tem falado publicamente sobre política e não fez comentários sobre assumir ou não a vaga de candidata. Veja em Época
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Marina pode decidir a eleição 2014 para a Presidência

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Na manhã da quarta-feira, dia 13, quatro integrantes da Rede Sustentabilidade se reuniam – com a TV ligada – no apartamento de Marina Silva, em São Paulo. Discutiam-se os rumos da campanha – sem saber que eles, os rumos, mudariam radicalmente em instantes. O noticiário da televisão dava conta de um desastre aéreo em Santos. Apreensão. Era lá que o candidato do PSB, Eduardo Campos, pousaria naquela manhã para um compromisso de campanha. A televisão anunciou que era um acidente de helicóptero. Alívio. Campos e sua comitiva estavam num jatinho. Segundos mais tarde, a correção. Era mesmo um avião. Apreensão. Que logo se transformou em desespero, quando, por volta das 12h30, confirmou-se que se tratava do modelo Cessna Citation 560 usado por Eduardo e sua comitiva de sete pessoas. Terminava em tragédia o sonho de um dos mais promissores políticos brasileiros. Inconformada, Marina chorou. Chorou muito. Baixou então a cabeça e, concentrada num profundo silêncio, rezou por alguns minutos. Só aí murmurou algumas palavras: “Não pode ser verdade, isso não pode ter acontecido”.

Mas aconteceu – e, nos próximos dias, Marina fará uma escolha que afetará todos os brasileiros. Antes de o Cessna cair em Santos, havia dúvidas sobre se a presidente Dilma Rousseff seria reeleita no primeiro turno ou se teria de disputar um segundo, provavelmente contra o tucano Aécio Neves. Agora, tudo muda. Se Marina decidir não concorrer, joga a eleição no colo de Dilma, em primeiro turno. Por um motivo simples. Sua coligação não tem nenhum outro candidato capaz de conseguir uma votação expressiva. E, se Marina decidir concorrer – mais provável –, ela tem tudo para embolar a eleição.

Logo depois de saber da morte de Eduardo Campos, o economista Murilo Hidalgo, dono do instituto Paraná Pesquisas, foi a campo fazer um levantamento telefônico com o nome de Marina no lugar de Eduardo. O resultado dá uma dimensão do tamanho da reviravolta que ela pode provocar. Como o levantamento não foi registrado, a Justiça Eleitoral proíbe a divulgação de seus resultados. Eles servem, porém, para balizar o impacto do ingresso de Marina na disputa pelo Planalto. As respostas obtidas pelo Paraná Pesquisas sugerem que haverá segundo turno se Marina entrar. A soma das intenções de voto em Marina e no tucano Aécio Neves é largamente superior ao total obtido pela presidente Dilma Rousseff. Mais: os números tabulados sugerem que Marina entra no jogo em patamares próximos aos que tinha em abril, quando estava na segunda colocação da disputa eleitoral. Tanto a distância dela para Dilma quanto para Aécio ficam dentro da margem de erro desse levantamento. Marina chegaria a esse nível capturando o eleitorado fiel a Eduardo Campos, arregimentando parte do eleitorado até agora contado entre os indecisos e, em menor grau, roubando um quinhão dos votos de Dilma.

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quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Morre o Candidato a Presidente do PSB - Eduardo Campos - Veja

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O candidato a presidente do PSB, o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos morreu na manhã desta quarta-feira (13) após a queda do jato particular em que viajava em um bairro residencial em Santos, no litoral paulista. Ele tinha completado 49 anos no último domingo.

Campos tinha uma programação de campanha em Santos nesta quarta. Chovia no momento do acidente. De acordo com a assessoria do candidato, ele participaria às 8h, às 9h30 e às 14h30 de entrevistas a emissoras de televisão locais. Às 10h30, concederia uma entrevista coletiva às 12h30 participaria de um seminário sobre o Porto de Santos.

A bordo da aeronave, estavam sete pessoas, dos quais cinco passageiros (entre eles Campos) e dois tripulantes.


- Eduardo Campos, candidato à presidência
- Alexandre da Silva, fotógrafo
- Carlos Augusto Leal Filho (Percol), assessor
- Geraldo da Cunha, piloto
- Marcos Martins, piloto
- Pedro Valadares Neto
- Marcelo Lira

A Polícia Federal enviou seis peritos para Santos a fim de trabalhar na apuração da causa do acidente. O governador Geraldo Alckmin (PSDB) se deslocou para a cidade depois de tomar conhecimento da morte de Campos.

Os principais adversários de Campos na campanha eleitoral, Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB), cancelaram os compromissos de campanha. Todos os comitês de Dilma suspenderam as atividades após a confirmação da morte. "Estou absolutamente perplexo", afirmou Aécio Neves no Rio Grande do Norte.

Nove anos antes, em 2005, no mesmo dia (13 de agosto), morreu o avô do presidenciável, Miguel Arrais, de quem Campos era herdeiro político.

Campos deixou o governo de Pernambuco em abril deste ano para concorrer à Presidência da República. Segundo a mais recente pesquisa de intenção de voto do Ibope, divulgada no último dia 7, ele tinha 9% das intenções de voto, atrás de Dilma, com 38%, e Aécio, com 23%.

De acordo com a legislação eleitoral, o PSB poderá registrar em até dez dias outro candidato para substituir Eduardo Campos na disputa pela Presidência da República.

A morte de Eduardo Campos repercutiu de imediato no mundo político.

"Estamos muito chocados com tudo", afirmou o deputado federal Marcio França (PSB), presidente do diretório estadual do partido em São Paulo.Veja a repercussão da morte de Eduardo Campos


PSB terá que escolher novo candidato à Presidência em até 10 dias
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Eduardo Campos morre em Santos após queda do avião - VEJA

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O ex-governador de Pernambuco e candidato à Presidência da República pelo PSB, Eduardo Campos, morreu nesta quarta-feira (13) após o jato em que estava cair em cima de uma casa em Santos, no litoral de São Paulo.
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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Kaká se torna embaixador da organização da Visão Mundial

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O jogador Kaká, conhecido e admirado em todo o mundo por sua postura fora e dentro de campo, e também conhecido por seu posicionamento religioso, se tornou recentemente o mais novo embaixador da Visão Mundial, abraçando a causa da instituição em ajudar crianças em situação de pobreza.

- Agora eu sou embaixador da Visão Mundial e nós estamos juntos na luta contra a pobreza – escreveu o jogador em sua página no Twitter.

Com mais de 38 anos de atuação no Brasil, a Visão Mundial é uma organização não governamental, humanitária e cristã que trabalha ajudando na superação da pobreza, apoiando as crianças pobres, suas famílias e as comunidades onde vivem.

Em um vídeo publicado pela organização, Kaká aparece falando da situação de extrema pobreza na qual vivem milhares de crianças brasileiras, que não tem acesso nem mesmo a água limpa para beber.

No vídeo, Kaká convida as pessoas a apadrinhar uma criança por meio dos programas da Visão Mundial, explicando que “por menos de dois reais por dia você transforma a vida de uma criança e a comunidade em que ela vive, por meio de projetos que contribuem para sua educação, saúde, esporte e lazer”.

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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Casais Chineses poderão ter mais de um filho - Saiba mais

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A China vai facilitar suas políticas de planejamento familiar e rever a situação de campos de trabalho forçado, de acordo com um documento oficial emitido após reunião do Partido Comunista. 

Com a mudança, casais serão autorizados a ter dois filhos, se um dos pais for filho único. A medida visa a promover o "desenvolvimento equilibrado de longo prazo da população na China", informou a agência. Anteriormente, um casal só poderia ter o segundo filho se ambos os pais fossem filhos únicos.

Sobre os campos de trabalho, o objetivo é abolir a rede de campos criada há meio século, que utiliza a mão de obra de prisioneiros sobre o pretexto de reabilitação. A decisão de acabar com os acampamentos integra "os esforços para melhorar os direitos humanos e as práticas judiciais"

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sexta-feira, 22 de março de 2013

Após cerco da PM, alguns índios deixam antigo museu no Rio

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Parte do grupo de indígenas que ocupa o antigo Museu do Índio, no Maracanã, na Zona Norte do Rio, deixou o prédio por volta das 7h30 desta sexta-feira (22). De acordo com o representante do movimento, Afonso Apurinã, dez pessoas saíram e aceitaram o acordo proposto pelo Governo. No entanto, segundo o líder, 50 indígenas ainda resistem a deixar o imóvel. A PM cerca o local desde as 3h.

Mais de 50 policiais, além de vários carros e motos da corporação, cercam o prédio um dia após o Governo dar o ultimato aos índios. No local será construído o Museu Olímpico.


Detidos

Pouco antes das 7h, funcionários do Governo chegaram ao museu para negociar a desocupação. Os índios, muitos encapuzados, resistem a sair do imóvel. Estudantes e simpatizantes do movimento fazem manifestação com cartazes, pendindo a permanência dos índios.



Durante a madrugada, três pessoas que participavam do ato foram detidas. Para dispersar o tumulto, a PM usou spray de pimenta e gás lacrimogênio



Por volta das 9h30, o clima ficou tenso quando um manifestante tentou pular o muro para falar com os índios e foi impedido pelo Batalhão de Choque. Ele resistiu e foi apoiado por um grupo, contido pela PM com bombas de gás.



Trânsito complicado
A Radial Oeste, uma das principais vias da Zona Norte do Rio, foi fechada, por volta das 6h30, para a desocupação.



Dez minutos depois, a via foi reaberta, mas o trânsito continuou muito complicado, principalmente no sentido Centro. De acordo com o Centro de Operações da Prefeitura do Rio, a melhor opção para os motoristas é a Avenida Visconde de Niterói.



O grupo de indígenas que ocupa o local, que deu ao museu o nome de Aldeia Maracanã, está no imóvel desde 2006. A 8ª Vara Federal Cível do Rio concedeu imissão de posse em favor do governo estadual e os índios foram notificados em 15 de março.



A Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos ofereceu, além do Hotel Santana, três opções de moradia provisória, até que o Centro de Referência Indígena seja construído na Quinta da Boa Vista, também na Zona Norte, além do Hotel Santanna, no Centro.



Segundo o secretário estadual de Assistência Social, Zaqueu Teixeira, os indígenas terão que se deslocar para o hotel, onde terão alimentação e um andar exclusivo. Os índios que não quiserem ficar no local poderão aceitar ficar provisoriamente em três áreas sugeridas pelo Governo: um terreno em Jacarepaguá, próximo ao Hotel Curupati; o abrigo Cristo Redentor; ou área ao lado do barracão da Odebrecht, na RuaVisconde de Niterói. 



Zaqueu Teixeira deu um prazo de um ano e meio para a construção do Centro de Referência Indígena. Até lá, os índios poderão escolher um dos locais sugeridos, caso aceitem a proposta. Se recusarem, a Justiça poderá obrigar a saída.









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quarta-feira, 6 de março de 2013

Eleição da Comissão de Direitos Humanos é cancelada, após Protestos

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Protestos e discursos contra a indicação do deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) para o comando da Comissão de Direitos Humanos da Câmara levaram ao cancelamento da reunião desta quarta-feira (6) que elegeria o novo presidente do colegiado. A sessão teve início em meio a palavras de ordem gritadas por manifestantes que ocuparam o plenário da comissão.

Diante do impasse, o presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), convocou uma nova sessão para esta quinta-feira (7), na tentativa de concluir a escolha do presidente do colegiado.

Pastor da igreja Assembleia de Deus, o deputado causou polêmica em 2011, quando fez declarações polêmicas em sua conta no microblog Twitter sobre africanos e homossexuais.

"Sobre o continente africano repousa a maldição do paganismo, ocultismo, misérias, doenças oriundas de lá: ebola, Aids, fome... Etc", escreveu o deputado na ocasião.

Ele também havia publicado na rede social que "a podridão dos sentimentos dos homoafetivos leva ao ódio, ao crime e à rejeição".

Após o cancelamento da eleição, o líder do PSC, André Moura (SE), reuniu-se no gabinete da presidência da Câmara com Henrique Alves. Ao final do encontro a portas fechadas, o chefe da casa legislativa anunciou o agendamento de nova sessão dos Direitos Humanos para a manhã desta quinta.

Em entrevista à imprensa, Henrique Alves criticou a forma como os militantes de direitos humanos impediram a eleição do novo dirigente do colegiado.

“Os parlamentares que forem contrários podem se ausentar ou votar contra, mas não realizar o que foi realizado. A democracia exige ordem. É uma indicação que tem que ser respeitada. Assim, nós faremos amanhã [quinta], às 9h, reunião para eleger o presidente da comissão.”

O líder do PSC afirmou que a candidatura de Feliciano não será retirada para atender aos apelos dos militantes ligados à bandeira de direitos humanos. “Está mantida a candidatura do deputado Marco Feliciano. É uma decisão da bancada, do partido. Ele é de nossa inteira confiança. Ele está sendo julgado de forma antecipada. O fato de ele defender determinadas bandeiras não significa que ele, como presidente da comissão, vá trabalhar de forma tendenciosa”, enfatizou.

No momento em que Feliciano foi anunciado pelo atual presidente da Comissão de Direitos Humanos, deputado Domingos Dutra (PT-MA), como o nome escolhido pelo PSC para substituí-lo, os manifestantes começaram a vaiá-lo ao som de palavra de ordem, como “fora, fora, fora”.

Integrantes da comissão contrários à indicação do pastor discursaram para tentar convencer o PSC a escolher outro nome para o comando do colegiado.

Por acordo entre os líderes das bancadas da Câmara, a presidência dessa comissão foi entregue ao PSC na última semana. O PT, sigla que presidiu o colegiado em 2012, abriu mão da estrutura em troca da comissão de Relações Exteriores.

Nesta terça, os deputados do PSC decidiram chancelar a indicação de Feliciano para o posto. Por isso, ele era candidato único na eleição desta quarta.

“Penso que a candidatura posta está contra a função precípua da comissão, posto que o pastor, que tem a candidatura posta, tem declarações inequivocamente preconceituosas e racistas”, afirmou a deputada Erika Kokay (PT-DF).

O líder do PSOL, deputado Ivan Valente (SP), afirmou que a comissão não teria condições políticas de funcionar caso Feliciano fosse eleito. “Essa comissão trata de questões sobre direitos inalienáveis. Luta contra o preconceito, contra o racismo. A comissão precisa ter alguém que represente esses valores. A manutenção do nome do deputado Feliciano é uma radicalização inaceitável”, discursou.

Na tentativa de inviabilizar a votação, os manifestantes que assistiam a sessão as intervenções dos parlamentares a cada momento com aplausos e vaias.

Opositores de Feliciano chegaram a sugerir que a deputada Antônia Lúcia (PSC-AC) registrasse uma candidatura avulsa, no entanto, diante da pressão da liderança do PSC, ela anunciou que não poderia se contrapor à decisão do partido. O líder da sigla, inclusive, levantou-se para pedir que a deputada anunciasse no microfone que não seria candidata.

“Me sinto publicamente humilhada pelo meu partido. Os deputados resolveram me escolher como alternativa sem combinar comigo e o meu partido se opôs. Acho que é machismo. Vou ver agora o que aconteceu”, afirmou Antônio Lúcia ao G1 ao deixar a comissão.

O anúncio de que não se candidataria à presidência do colegiado provocou nova gritaria na comissão e protestos dos manifestantes. Vários deputados sugeriram a suspensão da reunião. Diante do clima de protestos, o deputado Domingos Dutra decidiu cancelar a sessão, sem remarcar nova reunião para a escolha do presidente.

“Pela credibilidade do Parlamento, eu vou suspender a sessão”, afirmou.

O presidente da comissão precisa ser escolhido por 10 dos 18 membros da comissão. Parlamentares contrários à indicação tinham planejado se abster de votar para que Feliciano não obtivesse 10 votos.

Novos protestos
Os manifestantes afirmaram que voltarão a realizar protestos caso o nome de Feliciano seja mantido. “A nossa crítica não é só ao parlamentar, que é um pastor com posições homofóbicas, racistas, contrárias à pauta de Direitos Humanos. Mas também a toda plataforma desse partido", afirmou a cientista política Kauara Rodrigues, que também é assessora técnica do Cfemea, organização não-governamental que luta pelo direito das mulheres.

O deputado Jean Wyllys (Psol-RJ) afirmou que uma estratégia do partido é esvaziar a sessão para que Feliciano não consiga 10 votos.

"Sou radicalmente contra, não voto nele, fiz a articulação com os deputados pra que a gente esvaziasse a comissão pra ele não ter maioria, pra não legitimar a eleição dele. E minha questão não é pessoal. É política. Não é pelo fato dele ser pastor. Se ele fosse um pastor identificado com a luta das minorias, eu não faria oposição. O problema não está no cristianismo, nem dele ser pastor. Mas no fato dele ser racista, homofóbico e contrário aos direitos das minorias", afirmou o deputado
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domingo, 4 de novembro de 2012

Gota D`Água - Vote você também!!!!!!

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Em Brasília nossos deputados estão votando o Código Florestal.
Eles estão definindo o futuro das nossas matas, dos nossos rios, das nossas vidas... Em que Brasil você quer viver?
Fique de olho nos movimentos dos políticos do seu estado, nosso destino não pode ser moeda de troca política!

Vote agora
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